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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

4ª CPM/2º BPM - AREIA BRANCA

A QUARTA COMPANHIA DE POLÍCIA MILITAR DE AREIA BRANCA , originou-se do extinto Pelotão PM de Areia Branca que foi ativado pela Portaria nº 016/85-PM/1, datada de 24 de janeiro de 1985 e teve como primeiro comandante o 1ª tenente PM MARCOS RODRIGUES PINHEIRO, que substituiu o último comandante do Destacamento Policial Militar, 1º Sargento PM INALDO ANTONIO DA SILVA

COMANDANTE

1 – TENENTE MARCOS RODRIGUES PINHEIRO – 1985

2 – TENENTE FRANCISCO BARBOSA DA SILVA – 13/04/1988

3 – TENENTE JOSENILDO LIBERATO FREIRE – 25/01/1988

4 – TENENTE ANTENOR NEVES DE OLIVEIRA JÚNIOR – 08/06/1989

5 – TENENTE WELLINGTON ALVES PINTO - 1990

6 - SUBTENENTE GERALDO MARTINS – 1992

7 – SUBTENENTE GILVAN PEREIRA DOS SANTOS – 06/07/1995

8 – SUBTENENTE JOSÉ CESÁRIO DA SILVA – 1995

9 – SUBTENENTE ANTONIO PEREIRA DE ALMEIDA – 1996

10 – SUBTENENTE SEBASTIÃO PEREIRA DA SILVA – 13/06/1996

11 – TENENTE ALEXANDRE CORREIA COSTA – 03/06/1997

12 – TENENTE ALESSANDRO OLIVEIRA GOMES – 04/06/1998

13 – TENENTE JOÃO CARLOS AUGUSTO DE SOUZA – 21/02/2002

A 4ª CPM/2º BPM foi instalada no mês de 30 de abril de 2003, que teve como primeiro comandante o Capitão PM FRANCISCO ALVIBÁ GOMES FERREIRA, nomeado através da Portaria nº 154/03, datada de 21 de fevereiro de 2003, cujo documento dispensou o penúltimo comandante do Prlotão, 2º tenente PM JOÃO CARLOS. O Capitão PM Alvibá permaneceu no cargo, na condição de comandante do Pelotão até a data da instalação da subunidade policial militar, e continuando como comandante da Companhia até 16 de julho de 3003, quando passou o cargo para o 1º tenente PM CARVALHO, e este esteve a frente do policiamento ostensivo areia-branquense até 2009, quando foi substituído pelo Capitão JAILSON ANDRELINO DESOUZA CAVALACANTE, natural de Natal, nascido a 22 de dezembro de1972, filho do subtenente PM JUVENAL ANDRELINO DE SOUZA e de LUCINETE CAVALCANTE DE SOUZA

CAPITANIA

BIOGRAFIA

JOÃO FRANCISCO DE BORJA


João Francisco de Borja, o grande mossoroense. Fundador de Areia Branca, um notável e intrépido abolicionista. No circulo de suas relações de amizade e no comércio era mais conhecido como Joca Soares. Suplente de vereador de 1869 a 1872 e vereador de 1881 a 1882. Foi pioneiro do progresso de Areia Branca, recebeu ajuda de muitos amigos que a seu convite passaram a trabalhar colocando suas inteligencias e seus negócios a favor do desenvolvimento da nossa terra. Joca Soares construiu a primeira casa de alvenaria na ilha de Maritacaca, foi pioneiro na construção das primeiras salinas. O historiador Luiz Fausto foi criado por Maria Praxedes de Gois,filha de Joca Soares e era casada com Manoel Lucio de Góis, eram os pais de Antônio Lucio de Gois(meu avô),Cabôco Lucio, pai de D. Odete de Gois Rosado, que mãe da atual prefeita de Mossoró Fátima Rosado(Fafá).
Pedro Celestino Tinôco, nasceu em Natal. Foi comerciante em Areia Branca, Juiz de Paz e vereador em Mossoró de 1881 a 1882. Foi um abolicionista.
FONTE: BLOG DO ARISTIDES

MAIS

LUIZ FAUTO DE MEDEIROS

FRANCISCO FAUSTO DE SOUZA

deífilo gurgel


DEÍFILO GURGEL natural de Areia Branca, nascido no dia 22 de outubro de 1926.. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito de Natal, exerceu as funções de diretor do Departamento de Cultura da Secretaria Municipal de Educação e Cultura (SMEC), de Natal; diretor de Promoções Culturais da Fundação José Augusto (FJA); professor de Folclore Brasileiro na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Poeta, jornalista, Deífilo Gurgel publicou várias obras relacionadas ao folclore, como "Danças Folclóricas do Rio Grande do Norte" (1995, 5ª ed.), "Manual do Boi Calemba" (1985), "João Redondo", "Teatro de Bonecos do Nordeste" (1986) e "Romanceiro de Alcaçuz" (1993).

Ainda têm trabalhos, inclusive alguns inéditos, como "Espaço e tempo do folclore potiguar", "Romanceiro potiguar", "No reino de Baltazar" e "O diabo a quatro".

Consta que Deífilo, poeta na adolescência, somente aos 40 anos "descobriu" o folclore, passando a dedicar-se integralmente ao assunto. Residindo em Natal desde 1944, em suas pesquisas ele tem se aprofundado nas raízes históricas do povo potiguar, o que resultou em descobertas inéditas, como as de 1985, quando coletou exemplos do romanceiro popular ainda não registrados por qualquer outro pesquisador brasileiro, merecendo menção o "Cavalo Moleque Fogoso", de Fabião das Queimadas.

DEÍFILO GURGEL MANTÉM TRAJETÓRIA LIGADA À FONTE DE INSPIRAÇÃO POPULAR

Entre os muitos depoimentos sinceros feitos por imortais da literatura norte-rio-grandense sobre Deífilo Gurgel, o do poeta Iaperi Araújo, membro da Academia Norte-Rio-Grandense de Letras, traduz de maneira fiel e sucinta a trajetória do incansável pesquisador: "Eis o mérito do professor Deífilo Gurgel: buscou as fontes primárias. Palmilhou os caminhos do Rio Grande do Norte de máquina fotográfica e gravador a tiracolo, ouvindo gente, batendo em portas e sentando-se nos terreiros das casas humildes para ouvir contarem os fragmentos desbotados da tradição popular".

Infelizmente, muitos potiguares não avaliam a importância do trabalho do folclorista Deífilo Gurgel. Nem a profundidade e a dimensão da sua poesia. E por ironia, ele não figura sequer entre os imortais da Academia Norte-Rio-Grandense de Letras. O que se configura uma grande injustiça para com um dos mais respeitados intelectuais do Estado.

O conjunto da obra de Deífilo Gurgel é quase infinito. Sua trajetória passa por inúmeras atividades culturais, livros publicados, pesquisas sobre o folclore, obras coletivas, participações em antologias, ganhou vários prêmios literários e menções honrosas, participou e ainda participa de encontros, seminários, festivais, palestras, entre outras atividades.

Alvo de constantes homenagens, Deífilo Gurgel coleciona títulos honrosos, conquistados graças ao reconhecimento do seu trabalho. Como a "Comenda do Mérito Centenário Câmara Cascudo", entregue na Capitania das Artes, em Natal, em 30 de dezembro de 1998.

Entre as obras voltadas para a sua terra-natal, a mais completa, talvez, seja o livro "Areia Branca - a terra e a gente". Um documento onde Deífilo Gurgel resgata a história do município e que hoje é utilizado como fonte de pesquisa pelos estudantes.

ARISTIDES SIQUEIRA NETO


ARISTIDES SIQUEIRA NETO, natural de Areia Branca – RN, filho de José Lúcio de Góis e Maria Vênus Siqueira de Góis. Casado com Clivaneide Pinheiro, os filhos, Rodrigo, Michelle e Dyêgo,netos, Matheus, Lucas, Henrique e Luiza. Radialista Rural e Tapuio de Mossoró. 1968, no Rio de Janeiro.Corresponte bancário na SALMAC, Operador na Bolsa de Valores, do Bco. de Inv. do Brasil. 1971, em Brasília, Sup. da Dist. de títulos e Corretora Levy.Gerenciou a DISBRAVE, 1979,em Natal, diretor da Villa Central Publicidade, diretor comercial do Jornal Folha da Manhã, assessor do ex-Governador Lavoisier Maia,D.Fed. Flávio Rocha, ex-Governador Vivaldo Costa, Chefe de Gabinete governador Fernando Freire, 1995 a 2002, Sec. de Estado de Articulação com os Municípios, fundador dos Partidos Liberal,PRN. PPB. 2002 cand. a dep. estadual com a 2º suplencia, apresentador do Programa RN Em Pauta da Rádio Poti. Assessorou o Deputado Luiz Almir na campanha de prefeito. É autor dos livros: Grandes Vultos Políticos do RN I, 1985, Quem é Quem na Política do RN, 1986. Areia Branca Minha Terra, 1999. História dos Municípios 2000, Historia dos Municípios 2007 e O Poder FONTE: BLOG DO ARISTIDES

PAULO WAGNER DANTAS LEITE


Paulo Wagner Dantas Leite nasceu em 19 de julho de 1962, no Município de Areia Branca, Região Oeste do Rio Grande do Norte.
Filho mais velho de sete irmãos, desde criança apresentava aos parentes sua veia jornalística. Ainda adolescente, mudou-se para a cidade de Mossoró, onde iniciou sua carreira profissional. Lá trabalhou nas rádios Difusora e Libertadora e foi editor de polícia nos jornais Gazeta do Oeste e O Mossoroense.
Seu estilo irreverente despertou a atenção da apresentadora da TV Ponta Negra Micarla de Sousa, que em 1992 o convidou para ser o âncora do programa Patrulha Policial.
Ao longo dos anos, o apresentador conseguiu fazer algo incomum no telejornalismo Potiguar: inseriu humor em um programa dedicado à assuntos policiais. Bordão como “Meu Povo”, aliado a sua maneira inusitada de fazer campanhas publicitárias tornaram-se suas marcas registradas.
A quebra de protocolo deu certo, o ibope foi cada vez maior, e o programa policial passou a tratar de assuntos mais generalizados, atendendo também a questões de interesse público. Com isso, ganhou novo nome “Patrulha da Cidade”. Atração exibida de segunda a sexta, ao meio dia, na mesma emissora.
Atualmente,PAULO WAGNER e vereador em Natal, eleito em 5 de outubro de 2008, concilia o programa de TV com o seu curso de graduação em direito e participação em campanhas publicitárias
FONTE: SITE DA CÂMARA MUNICIPAL DE NATAL

MIRABÔ DANTAS

FONTE: SITE GRANDE PONTO DO JORNALISTA ALEX GURGEL


Franzino, estatura mais baixa do que a média, Mirabô Dantas se agiganta quando canta as belezas da terra potiguar e de sua gente. Precisou alcançar 60 anos para que resolvesse gravar o disco “Mares Potiguares” e lançar o livro “Umas histórias, Outras canções”, tudo numa tacada só. Reconhecido no meio musical nacional, Mirabô tem atuado intensamente na MPB desde menino, quando aprendeu a tocar violão no meio familiar.

Mirabô Dantas é filho de Areia Branca, litoral costeiro das dunas potiguares, terra de figuras ilustres como o ex-ministro Francisco Fausto, o escritor Deífilo Gurgel, José Nicodemos, José Jaime Rolim e tantos outros. Carrega o sobrenome Dantas de seu pai, oriundo de Jardim do Seridó, discípulo e parente do maestro Tonheca Dantas. Casou, fez família e foi morar em Areia Branca. Mirabô aprendeu a ler partitura e tocar violão ao som de Luis Gonzaga e Jackson do Pandeiro quando ouvia o pai tocar trombone.

O menino praieiro cresceu querendo conquistar o mundo com sua musicalidade. O galego Mirabô saiu de Areia Branca, ainda adolescente, para morar na capital, estudando no Atheneu Norte-riograndense e fazendo parte da cena musical natalense junto com Dailôr Varela, Marcos Silva, Nei Leandro de Castro e Odaíres, irmã de Teresinha de Jesus. “Naquela época (por volta de 1968), o mundo vivia um movimento de contestação. Em Natal não era diferente”, ressalta Mirabô.

Mesmo sem televisão em Natal, junto à escassez de informação, esse grupo de jovens rebeldes estava antenado com as idéias de Marshall McLuhan sobre a “aldeia global”, com o nascimento do computador, com o Tropicalismo de Caetano Veloso e com as idéias hippies da contracultura. “A gente fazia shows no Teatro Alberto Maranhão, realizava festivais no America Clube e os poucos ambientes culturais da cidade eram muito agitados”, disse.

Como a grana era curta, Mirabô conta que se juntou aos amigos João Gualberto e Carlos Furtado (cada um com suas respectivas namoradas) para alugar um casarão com dois andares, na esquina da Avenida Prudente de Morais: “como todo mundo morava mal, resolvemos alugar essa casa”. Com três casais morando juntos vivendo de arte, as “línguas faladeiras” da cidade ficaram dizendo que se tratava de uma comunidade hippie. “Não era nada disso. A gente morava bem pagando pouco”.

Logo após a turbulência dos anos sessenta, Mirabô colocou a viola debaixo do braço, mudando-se de mala e cuia para o Rio de Janeiro, onde havia uma efervescência musical vinda do Nordeste, capitaneado por Elba Ramalho, Alceu Valença, Moraes Moreira, Zé Ramalho, Teresinha de Jesus, Geraldo Azevedo, Fagner, Capinan... músicos jovens e desconhecidos, que tentavam firmar carreira.

Vinte anos em terra carioca, Mirabô se firmou como um dos artistas mais respeitados do cenário musical brasileiro, tendo suas composições gravadas por Elba Ramalho, Leci Brandão, Quinteto Violado e Maurício Tapajós. Em parceria com Capinan, as composições tiveram sucesso reconhecido, principalmente, na voz de Terezinha de Jesus, com “Flor do Xaxado” e “Mares Potiguares”.

Durante alguns anos, Mirabô Dantas exerceu o cargo de secretário municipal de Cultura de Areia Branca. Na sua gestão foi criada a Fundação Areia Branca de Cultura para dar início a um conjunto de ações, como a criação de leis de incentivo à cultura local; um Conselho Municipal de Cultura; um espaço onde pudesse ministrar cursos de teatro, música, dança, artes plásticas e qualquer outro tipo de manifestação artística que viesse da população.

Segundo Mirabô, o projeto visava implantar uma política cultural de qualidade para o povo da sua terra. Mas, a idéia esbarrou na falta de apoio político e na ausência de visão dos governantes municipais no trato com a cultura. “As ações eram perfeitamente viáveis para uma cidade com a arrecadação que tem Areia Branca. Porém, não encontrei apoio na própria administração pública que havia me convidado para aquele cargo. Além disso, alguns intelectuais da cidade ainda me chamaram de sonhador”, relata sem rancor.
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Livro e músicas como alimentos da alma

Quando saiu de Areia Branca pela derradeira vez, Mirabô já alimentava a idéia de escrever um livro e lançar seu primeiro disco. O CD “Mares Potiguares” é um álbum de canções feitas em parceria com Capinan, José Nêumanne Pinto, Mauricio Tapajós e Auta de Souza. “Gosto muito desse CD, da forma sonora que o produtor Jorge Lima trabalhou. Era aquilo que eu imaginava”.

“Sou apenas um compositor. Confesso”, é assim que Mirabô justifica a carência de um vozeirão capaz de retumbar entre multidões, que acompanha o dedilhar nas cordas ligeiras do violão. O CD “Mares Potiguares” é seu primeiro disco solo, feito da maneira planejada com convidados especiais. O estimulo para gravar foi a vontade de deixar registrado (com a própria voz) suas músicas. “Apesar de não me considerar um grande cantor, não canto tão mal assim”, brinca.

O livro “Umas histórias, Outras canções” (Editora Queima Bucha, Mossoró RN) é um apanhado de lembranças, uma autobiografia onde Mirabô registra a gravação de suas primeiras canções pelos festivais nacionais. Em outro trecho, ele relata os anos da ditadura militar e a censura em Natal, além de vários acontecimentos vivenciados. “Esse livro se refere às lembranças e sentimentos de diferentes períodos de minha vida”, ressalta o cantor.

O final do livro foi dedicado aos versos das músicas gravadas por artistas consagrados da MPB. Tudo muito organizado. O autor também relacionou as canções que fizeram parte de trilhas musicais para o cinema e teatro, no Rio de Janeiro. A produção sonora do lendário filme genuinamente potiguar, “Boi de Prata”, dirigido por Augusto Ribeiro Junior, está descrita no livro em meios a poemas, desenhos, fotografias e anotações de uma época.

Mirabô confessa que se incomoda com algumas pessoas quando cobram o sucesso que ele deveria ter feito junto com Zé Ramalho, Fagner, Elba, Geraldo Azevedo, entre outros... “Eu nunca tive pretensão de ser cantor. Mas, como todos que fazia composições e cantavam, eu também cantava para mostrar minha música”, explica Mirabô, ressaltando que nunca teve intenções de fazer parte da constelação de nordestinos famosos.

Se o livro é uma autobiografia declarada, numa prosa solta onde Mirabô escreve suas memórias, o CD é uma louvação aos mistérios da mulher potiguar, onde reúne o lirismo de todos os mares, rios, dunas, florestas, falésias, caatingas e sertões do Rio Grande, impregnado nas canções. De acordo com Mirabô, o projeto (livro e CD) custou uma “grana preta”, além de vários anos de dedicação exclusiva.

Para a realização do projeto, Mirabô precisou vender a casa que tinha em Areia Branca, fruto da herança paterna. Com o dinheiro da propriedade, comprou um “carro usado”. O restante foi para a realização do projeto e para sua própria sobrevivência. “Hoje, moro na casa da minha irmã aqui em Natal, mas já estou terminando de construir uma casa em Pium”, revela.

Figurinha fácil nas baladas culturais, Mirabô continua fazendo shows ou envolvido no núcleo musical potiguar. Atualmente, Mirabô integra a equipe do Centro de Promoções e Eventos da Fundação José Augusto, na “câmara setorial de música”, mas conhece as limitações que tem para trabalhar e toda burocracia que envolve o setor público, engessando os projetos.

Numa conversa despretensiosa, Mirabô admite querer gravar outro CD “porque a aceitação das músicas foi muito boa”. Alheio a fama, esse galego areia-branquense curte a vida fazendo o que mais gosta, como se cantar os mares potiguares fosse sua missão de vida e revela: “ Não quero ser famoso. Faço música no ritmo que a letra pede. Minha inspiração? A vida”.

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